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Descobrir passwords do Windows 10

Criar as passwords

Vamos continuar a nossa viagem pelas técnicas básicas de descoberta de passwords do Windows. Vamos repetir os passos enumerados no artigo anterior, mas desta vez em Windows 10. Comece por criar algumas contas de utilizador e, por favor, utilize exactamente estas passwords:

net user test1 9#Yo~3 /add
net user test2 [1aZ4~ /add
net user test3 õç2}5$ /add
net user test4 7%hª5b /add
net user test5 9Ayo7Bz /add
net user test6 G85pdDL /add
net user test7 Ã49ÇaõF /add
net user test8 3É6Óêph /add
net user test9 3b567gh0 /add
net user test10 77xpy6vh /add
net user test11 4ã8ç6ê7õ /add
net user test12 56é2à4óç /add
Instale o CAIN e o Win10Pcap (http://www.win10pcap.org/download/) 

Tente o ataque de dicionário com as três listas de palavras utilizadas anteriormente.

Sem resultados? Tente com o Ophcrack.

Protecção de máquinas virtuais no Windows 10


Trusted Platform Module (TPM)


O TPM é um chip especializado, normalmente soldado na placa-mãe dos dispositivos, que fornece autenticação baseada no hardware do dispositivo, detecção de adulteração e armazenamento de chaves criptográficas.
O TPM gera chaves criptográficas RSA específicas para o sistema anfitrião tornando impossível recuperar dados de um disco rígido cifrado noutro computador além daquele em que foi originalmente instalado.
Além disso, o TPM gera uma assinatura digital única da placa-mãe em que foi originalmente incorporado, frustrando assim qualquer tentativa de mover o próprio chip TPM para outra máquina.
Este circuito integrado criptográfico seguro fornece uma abordagem baseada em hardware para gerir a autenticação de utilizadores, o acesso à rede e protecção de dados. O TPM pode ser utilizado com qualquer um dos principais sistemas operativos e trabalha melhor em conjunto com outras tecnologias de segurança como firewalls, software antivírus, cartões inteligentes e verificação biométrica.

Secure Boot


Quando se inicia um moderno PC com Windows, o Secure Boot no firmware UEFI verifica o carregador (loader) do sistema operativo e os seus drivers para garantir que estes são assinados por uma assinatura digital aprovada. Em PCs com Windows, o Secure Boot UEFI geralmente verifica se o software de baixo nível é assinado pela Microsoft ou pelo fabricante do computador. Isso impede que o malware de baixo nível, como rootkits, interfera com o processo de arranque do sistema. De salientar que as últimas versões de distribuições populares de Linux, incluindo Ubuntu, Mint e Fedora, já podem ser instaladas sem problema num PC que tenha o Secure Boot activado.
 
Além disso, os sistemas operativos Linux agora podem tirar proveito do Secure Boot nas MV de 2ª Geração no Hyper-V do Windows 10. Tanto o Ubuntu 14.04 como o SUSE Linux Enterprise Server 12 são já suportados, e esta tendência vai aumentar ao longo do tempo. Estas MV Linux devem ser configuradas para utilizar o Microsoft UEFI Certificate Authority (CA) no arranque.

MV Linux Secure Boot